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Um substituto para o DVD

De Fantasma em 30/06/2006 19:45:41 a partir de 201.51.198.81
Hollywood busca um substituto para o DVD



27/06/2006, por Por Ken Belson



Após mais de metade de uma década como o "salvador" de Hollywood, o DVD parece um pouco cansado - e os estúdios, por sua vez, estão tendo problemas para encontrar um substituto.
As vendas de DVDs representam mais da metade da receita que os estúdios geram com a maior parte de seus filmes. No entanto, o faturamento nesse setor deve crescer somente 2% esse ano, uma porcentagem pífia perto daquele de dois dígitos de dois anos atrás.
Os DVDs em alta definição eram esperados para motivar uma melhora nesse quadro, mas atrasos técnicos e a guerra de formatos liderada por Sony e Toshiba esfriaram as expectativas. Como tentativa de solução, os estúdios estão começando a mandar arquivos digitais de filmes aos consumidores através da internet, mas as vendas ainda são minúsculas.
Isto explica por que os executivos do setor - que se encontraram no início deste mês para discutir o assunto - ainda acreditam que, para o bem ou para o mal, o DVD continuará sendo seu ganha-pão por muitos anos. Enquanto isso, eles tentam de tudo para achar uma nova galinha dos ovos de ouro.
“A tecnologia parece mudar a cada segunda-feira”, disse Bob Chapek, presidente do Buena Vista Home Entertainment, uma divisão da Disney.
Para os estúdios, o tempo é precioso: as vendas de discos DVD comuns devem cair aproximadamente 20% até 2010, de acordo com a Adams Media Research, empresa de consultoria da Califórnia.
Com a maioria de filmes e muitos programas de televisão agora lançados em DVD, os estúdios estão ficando sem material novo para oferecer aos consumidores, dizem os analistas. Alguns deles resolveram empacotar seus velhos hits em caixas de aniversário e outras promoções, mas os consumidores podem se cansar dessa tática, como admitem os próprios executivos.
“Nós não tínhamos vergonha de lançar mais e mais edições especiais, contanto que as pessoas comprassem”, disse Steve Beeks, presidente da distribuidora Lions Gate, que lançou diversas versões do filme ‘O Exterminador do Futuro’.
Os estúdios têm também feitos seus lançamentos em DVD mais perto das datas de lançamento nos cinemas. Isso resulta em picos de vendas logo após a chegada do DVD ao mercado, mas também numa queda mais rápida depois, com maior rotatividade de títulos nas prateleiras das lojas. Para filmes que faturam mais de US$ 100 milhões em bilheteria, 84% das vendas em DVD acontecem nas primeiras seis semanas após o lançamento (contra 81% em 2003), de acordo com David Hoffman, analista da Nielsen VideoScan.
Parte dessa diminuição de ritmo, entretanto, fica além do controle dos estúdios. Cada vez mais americanos estão comprando assinaturas de TV a cabo digital, por exemplo, e assistindo filmes pelo sistema on-demand; com isso, compram e alugam menos DVDs. A Comcast, maior companhia de cabo dos Estados Unidos, deixa seus assinantes verem 7.500 filmes e programas de graça - desde 2004, eles fizeram isso dois bilhões de vezes.
Embora isso facilite a vida de quem não quer sair de casa para comprar DVDs, o fato é que os consumidores continuam alugando filmes - só que agora através de serviços virtuais como o Netflix, que tem em estoque cerca de 60 mil títulos em filmes e shows, oferecidos a 5 milhões de assinantes.
Reed Hastings, principal executivo da Netflix, espera ter 20 milhões de clientes em 2012. Ele diz que seu negócio é ajudado pela licença exclusiva que restringe a seleção de filmes disponíveis para download na internet. “Os DVDs irão dominar por mais uma década”, diz Hastings.
Os estúdios ganham dinheiro quando o Netflix e outras companhias alugam seus filmes. Mas muito menos do que quando o consumidor compra os discos. De acordo com Tom Adams, presidente da Adams Media Research, na média cada DVD vendido rende ao estúdo US$ 17,26 - o aluguel rende apenas US$ 2,25 e os filmes on-demand US$ 2,37. “É um modelo de negócio que não pode ser igualado”, diz.
Esse diferencial nos lucros significa que o DVD convencional continuará reinando por algum tempo, independente do que prometem as novas tecnologias. Embora as vendas já não estejam crescendo em taxas de dois dígitos, os consumidores dos Estados Unidos ainda compram aproximadamente US$ 16 bilhões em DVDs por ano.
Parte do sucesso do DVD está no fato de que os discos são fáceis de comprar, usar e relativamente baratos. Uma única distribuidora, a Technicolor, unidade da Thomson - um dos principais fabricantes de discos do mundo -, entrega cerca de 150 milhões de DVDs por ano (o equivalente a 9% da produção mundial) a lojas da região oeste dos EUA.
(c) The New York Times



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