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Tags: de video dvd digital gravacao edicao nao linear autoracao
17/09/2008 16:54
De: mauro
IP: 200.204.222.74

Re: DVD JVC

Tenho um DVD de mesa e agora depois de um ano de uso eu coloquei dvd para assistir e ele só fica lendo, piscando a luz verde ; e nao abre mais a gaveta oque fazer?
Obrigado
26/12/2006 23:18
De: Fantasma que anda
IP: 189.13.171.57

Plasma & LCD

Transcrito do Fórum TECNOLOGIA
O participante SEAGULL do Fórum TEC é um companheiro que conheci virtualmente em janeiro de 2005 quando cheguei ao Fórum do CLUBE DO HARDWARE. Ele usava o nickname "Vitor2000" e usava como "avatar" um albatroz (gaivota). Passei então, a chamá-lo de Victor Seagull fazendo uma alusão a "Jonathan Livingston Seagull" (Fernão Capelo Gaivota) personagem do livro homônimo de Richard Bach - também, autor da obra "Um". Houve uma grande identificação entre Seagull, a companheira Chris e o Fantasma. Em homenagem ao Phantom o Victor assumiu o nick "Seagull" em lugar do Vitor2000 que usava. Em dezembro de 2005 combinamos nosso primeiro encontro ao vivo, que aconteceu em um restaurante da orla de Copacabana. De lá para cá, mensal e infalivelmente nos reunimos para confraternizar, jogar conversa fora, trocar presentes e rir muito, pois, diferente do que possa parecer somos muito extrovertidos, apesar de termos um espírito crítico bastante acentuado.
O Seagull além de dominar os segredos de alguns softwares de edição e autoração de vídeo, dos quais prepara tutoriais para colocar à disposição dos companheiros menos favorecidos, também é um grande garimpeiro de informações técnicas para si e para melhor ajudar aos demais lhes tirando as dúvidas.
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Seagull Posted: Jul 4 2006, 01:35 PM  
Sorria
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Alguns desses artigos não são News, mas explicam as diferenças fundamentais dos modelos e seus problemas Plasma ou LCD : qual escolher?
As duas são finas e têm ótima definição:tamanho e preço pesam na decisão Alexandre Barbosa
05/12/2005
TV de plasma ou de cristal líquido (LCD, de Liquid Cristal Display)? Até há pouco, a escolha era simples: o plasma servia para telas maiores (mais de 42 polegadas) e o LCD, para as menores. Só que já é possível produzir telas de LCD maiores. No Brasil, os displays de plasma têm 42 polegadas ou mais; os de LCD, de 17 a 40 polegadas.
Embora pareçam semelhantes, há uma grande diferença no processo de formação da imagem. As telas de plasma possuem um gás que, ao passar por um processo de ionização, assume o estado de plasma, também conhecido como o quarto estado da matéria. O plasma gera então raios ultravioleta, que atingem a superfície externa da tela, formando a imagem.
Já as TVs de LCD têm uma lâmpada de luz branca (também chamada de backlight), cuja luminosidade é filtrada pelos cristais líquidos da tela, como no caso dos monitores de LCD de computadores. As TVs de LCD são mais leves que as de plasma e consomem menos energia. Há quem diga que o LCD é uma tecnologia mais promissora, que tende a substituir o plasma. A Sony já decidiu que apostará suas fichas no LCD. Já Philips, Samsung e LG apostam nas duas tecnologias.
Por enquanto, as telas de plasma são mais baratas do que as de LCD de dimensões equivalentes. Há várias TVs de plasma de 42 polegadas na faixa de R$ 9.999, com resolução de 852 x 480 pixels (ou 480 linhas horizontais). As imagens são de boa qualidade, mas, a rigor, não podem ser consideradas de alta definição, pois para isso teriam que ter resolução de 720 linhas horizontais. Existem displays de plasma com alta definição à venda, mas custam mais caro.
Por R$ 9.999 é possível comprar TVs de LCD, mas com 32 polegadas. A resolução dessas telas já é de alta definição. “As TVs de LCD podem até parecer mais caras, mas estão realmente prontas para a TV de alta definição (HDTV)”, diz Rogério Molina, da Samsung.
Outra questão é a durabilidade. Como ambas as tecnologias são relativamente novas, não há absoluta certeza de quanto tempo dura uma TV de plasma ou de LCD.
Mas os fabricantes garantem cerca de 60 mil horas. “As primeiras gerações de telas de plasma tinham uma vida útil muito aquém do desejado. Mas atualmente o patamar de durabilidade de uma TV de 40 a 50 polegadas está na casa de 60 mil horas, enquanto TVs com 60 polegadas duram cerca de 45 mil horas”, diz Fernanda Summa, da LG.
Tanto o plasma como o LCD podem ter pixels mortos (dead pixels), um problema que acontece quando pontos digitais da tela deixam de funcionar. Para verificar se há pontos defeituosos, deve-se analisar a tela com uma imagem totalmente branca ou preta. Um número elevado de pixels mortos prejudica a homogeneidade da imagem exibida.
No caso dos displays de plasma, há ainda o problema de latência de imagem, ou “burn-in”, que acontece quando uma imagem exibida por muito tempo acaba marcando a tela. Para amenizar o problema, os fabricantes desenvolveram novas soluções. “Cada fabricante tem sua versão desse tipo de sistema.
Nas TVs de plasma da LG, usamos a tecnologia Orbiter, que gera uma vibração imperceptível na tela, evitando o problema de burn-in”, afirma Fernanda Summa. Algumas telas de LCD apresentavam rastros na imagem em cenas muito rápidas, os chamados “fantasmas”.
“Isso acontecia porque o tempo de resposta das telas de LCD era de 50 milissegundos. Hoje, está em torno de 8 milissegundos”, afirma Molina, da Samsung.
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Plasma ou LCD? Escolha sua nova TV!
12/06/2006
Julio Preuss
Se não restam dúvidas de que o sonho de consumo do momento são as TVs gigantes e esbeltas que todos querem pendurar na parede da sala para ver a Copa, a grande pergunta passa a ser qual delas comprar. A questão principal, quase existencial, é: plasma ou LCD? Você sabe as diferenças entre uma e outra tecnologia de telas? Não se preocupe – o WNews explica!
Para começar, um pouco de história. A maioria das pessoas acha que as telas de plasma são mais modernas. De fato, mas a diferença é bem menor do que se imagina, e ambas as tecnologias são conhecidas há tempos. Segundo a Wikipedia, o primeiro LCD operacional data de 1963, enquanto o plasma foi inventado um ano depois, em 1964 – mas a primeira TV baseada na tecnologia é bem mais recente, de 1997.
Qual é a diferença?
Tecnicamente, a diferença fundamental entre os dois tipos de tela é que as de plasma emitem luz individualmente em cada ponto da tela, graças a “células” de gás neon e xenônio, enquanto o brilho de uma TV de LCD depende do famoso “backlight”, uma fonte de iluminação posicionada atrás da tela e que consome mais energia que o próprio painel. Quem tem um Palm ou equivalente sabe o que é isso: sem o backlight, o LCD torna-se bem difícil de enxergar.
Em ambos os casos, cada pontinho da tela, ou pixel (contração de picture element, como nas fotos digitais), é composto por três “subpixels” agrupados: um vermelho, um verde e um azul, as componentes do sistema RGB (red, green, blue). Nos LCDs, o cristal líquido que lhe dá o nome (LCD=Liquid Crystal Display) controla a passagem de luz – ambiente, nos reflexivos, do backlight, nos transmissivos, e ambas, nos transflectivos – em cada um dos subpixels.
Tá, entendi, mas em qual eu coloco meu dinheiro?
Depende. No estado atual de desenvolvimento, cada tecnologia tem prós e contras bem definidos. A começar pelo preço, que nas telas maiores está bem mais favorável aos plasmas do que aos LCDs. É só pesquisar nos anúncios: um LCD de 32 polegadas custa mais ou menos o mesmo que um plasma de 42. É que, tradicionalmente, a produção de LCDs grandes provoca muito desperdício – mas a diferença está diminuindo aos poucos. Se você fizer questão de uma tela de mais de 45 polegadas, melhor esquecer o LCD por enquanto.
Por outro lado, se esquecermos o custo inicial, o LCD pode ser mais econômico a longo prazo. Primeiro, porque consome menos energia do que o plasma – a diferença entre um LCD de 40 polegadas e um plasma de 42 pode chegar a 26%, segundo testes realizados pelo site especializado Call for Help. O curioso é que a diferença varia de acordo com a imagem, pois o LCD tem consumo constante enquanto o plasma gasta mais para exibir cenas claras do que para as escuras.
Mas o mais grave nem é isso: o plasma tem manutenção mais cara e está sujeito ao temido efeito “burn-in”, que pode “queimar” na tela imagens estáticas exibidas por muito tempo, como as logomarcas das emissoras de TV ou a interface gráfica dos games, para quem joga na TV. Os plasmas mais novos têm recursos para reduzir o problema, seja deslocando levemente essas imagens de tempos em tempos ou acionando freqüentemente um protetor de tela, seja por meio de um comando que pinta a tela toda de cores sólidas para “limpar” as sujeiras deixadas pela programação normal.
Qualidade da imagem também divide opiniões
O plasma recupera a vantagem no quesito ângulo de visão. Como sabe qualquer um que já tenha tentado bisbilhotar o trabalho de um companheiro de viagem de avião no notebook dele, olhar para uma tela de LCD em diagonal não dá resultados muito bons. Para um monitor de computador isso não importa tanto, pois costumamos estar diretamente à frente dele. Já numa TV, que deve ser vista por gente nas duas pontas do sofá, isso pode se tornar um problema. Os LCDs modernos melhoraram muito, mas é bom conferir o ângulo de visão nas especificações ou numa loja antes de comprar.
Os plasmas também saem na frente no contraste (apesar de os números divulgados por alguns fabricantes serem altamente questionáveis, às vezes medidos sem a camada frontal de vidro da televisão) e produzem pretos mais pretos que os do LCD, meio acinzentados. Os LCDs costumam ter mais brilho que os plasmas, tornando-se mais adequados para ambientes muito claros, mas de modo geral, a reprodução de cores dos plasmas é mais ampla e precisa.
Já quando o assunto é resolução, a definição das imagens na tela, a vantagem passa para os LCDs. Sua tecnologia, a mesma dos monitores de computador (os fininhos, claro), é capaz de exibir muito mais pontinhos e com maior precisão. Em parte por conta disso, as TVs de LCD atualmente disponíveis são quase todas prontas para a televisão de alta-definição (HDTV), enquanto os plasmas mais baratos, por mais que se digam “preparados para HDTV” não são capazes de atingir a resolução que as transmissões do futuro prevêem. Em muitos casos, “preparados” significa apenas que conseguirão converter os sinais de HDTV para a resolução (inferior) que conseguem exibir. E você não vai querer trocar de TV de novo antes da próxima Copa, vai?
E os projetores, valem a pena?
Estes correm por fora da briga entre plasma e LCD e, de um componente caro de hometheaters de luxo, tornaram-se a opção mais barata para quem quer uma imagem gigante na parede da sala. Com preços abaixo de R$ 3 mil para os modelos mais simples, ganham disparado das TVs de pendurar na parede e são capazes de projetar imagens de mais de cem polegadas.
O problema é que, à exceção do modelos mais caros, sua luminosidade é insuficiente para produzir uma boa imagem em uma sala iluminada. Com jogos no meio do dia e à tarde, o projetor só fará sentido se você puder bloquear totalmente a entrada de luz por janelas e portas e tiver um sistema de refrigeração que não faça a torcida (ou o projetor, que esquenta bastante) morrer de calor.
Um projetor também não funciona como TV sem ajuda externa, pois não possui sintonizador e raramente tem alto-falantes decentes. Assim, ele deve, obrigatoriamente, ser ligado ao receptor de TV por assinatura (ou ao aparelho de DVD, caso você odeie futebol e vá passar a Copa inteira vendo filmes) e a um receiver de hometheater com suas próprias caixas de som.
Por fim, a durabilidade de um projetor é bem menor que a de uma TV. Plasmas e LCDs têm vida útil estimada em 50 a 60 mil horas (décadas, para quem usa a TV por algumas horas por dia), sendo que o plasma já terá perdido metade da luminosidade quando chegar a esse ponto. No projetor, a lâmpada deve ser substituída geralmente a cada 3 mil horas – como ela custa um terço do preço do aparelho, não é uma boa escolha para quem deixa a “TV” ligada o dia inteiro.
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11/05/2006 19:04
LCD ou plasma, o que é melhor para a sua próxima TV?
Afora o preço, a TV de plasma não é a mais adequada para qualquer consumidor. Varia pelo uso: para games, TV aberta e computador não é o melhor. Para Copa do Mundo depende.
Por Paulo Rebêlo, com Folha de Pernambuco.
A televisão comum recebe o sinal analógico das transmissoras e a imagem é escalonada no chamado formato padrão 4:3, que significa 4 de largura por 3 de altura. A televisão de plasma é digital e trabalha com o formato usado no cinema e em filmes de DVD. É o chamado widescreen, de medida 16:9 ou 16:10, um retângulo.
Se você assistir canais abertos, como novelas ou os programas locais, a imagem será 4:3 que, se for esticada para os 16:9 da sua tela de plasma, irá gerar uma distorção perceptível na imagem. Mesmo na TV por assinatura, a maioria dos canais são exibidos em 4:3. E qual seria a solução? O jeito é assistir em 4:3 na tela de plasma, o que irá gerar duas tarjas pretas, grandes, nas laterais da tela − justamente a porção de imagem que não está sendo utilizada. Ocorre que a solução é um problema ainda maior, porque se as tarjas pretas ficarem por horas seguidas, elas irão manchar o plasma, causando o efeito burn-in. Para 100% de satisfação, só mesmo os filmes em DVD em widescreen, que encham a tela.
Segundo a gerente de produtos da LG, Fernanda Summa, o recomendado pela empresa é que “ninguém assista nada com tarjas pretas por mais de uma hora na TV de plasma, pois além desse tempo a tela pode realmente ficar marcada pelo burn-in”. Ou seja, nada de três novelas seguidas para os noveleiros de plantão. (Veja mais: Vai comprar TV de plasma? Cuidado com o burn-in..)
O comerciante Marco Antônio de Sousa foi um dos que quase viram o investimento na TV de plasma ir pelo ralo. “Como eu estava acostumado com a imagem 4:3, optei por assistir programas com as tarjas pretas, mas não sabia dos problemas de burn-in. Depois de um tempo, a tela estava praticamente toda manchada, uma coloração diferente que tornou-se gritante até quando fui assistir filmes em DVD”, explica Sousa, que depois de meses entre assistência técnica e fabricantes, conseguiu trocar a TV.
Sousa complementa: “é engraçado, porque o próprio manual indicava que poderia ocorrer manchas permanentes na tela em caso de imagens paradas (estáticas), mas era completamente omisso em relação às tarjas pretas, que é um recurso oferecido pela própria TV. Ou seja, um recurso da própria TV danifica a tela”, lamenta. O modelo em questão era um Philips e, de acordo com Sousa, a fabricante trocou o televisor em pouco tempo e o atendeu muito bem. Procurada pela reportagem para comentar sobre os efeitos de burn-in, a Philips informou que nenhum porta-voz da empresa estava disponível.
Games na tela grande também prejudicam
Jogar videogame em uma TV de plasma é outra tentação, sobretudo com os consoles novos como Xbox e Playstation 2. Com a celeuma gerada pelas manchas na tela, as desenvolvedoras de jogos começam a repensar o costume de exibir marcas estáticas. Por exemplo, em jogos de tiro, a interface (chamada de HUD) com os detalhes sobre energia, munições e mapas, fica parada o tempo todo. Resultado: após algumas horas de tiros e explosões, a TV de plasma corre o sério risco de ficar marcada.
De acordo com o ex-designer de conceitos da Acclaim Studios, Greg Wilson, os HUDs são uma verdadeira praga nas TVs de plasma. “Cientes da situação, os desenvolvedores tentam reverter o quadro melhorando a jogabilidade, de uma forma tal que o jogador não precisa de imagens estáticas com informações sobre o jogo”, antecipa. Wilson enumera o exemplo do game King Kong, baseado no filme de 2005 de Peter Jackson, onde não há qualquer imagem estática.
“No Call of Duty 2, a situação não é 100% boa, mas os produtores melhoraram bastante e diminuíram a quantidade de informações no HUD”, explica. Ele ainda deixa a dica: em vários jogos de tiro, como Doom 3, Quake 4 e outros, existe a opção de eliminar o HUD por conta própria, indo nas configurações. Apenas não é o padrão, o usuário tem que configurar”.
LCD ou plasma, o que é melhor?
Uma outra opção disponível no mercado são as telas de cristal líquido, o LCD. O especialista em tecnologia da informação e criador do iBuscas, Eduardo Favaretto, explica a diferença entre as duas: “a principal diferença é formação da imagem e a resolução, que no LCD varia de 1024x768 a 1920x1080 pixels, associada a um baixo consumo de energia.
A tela de LCD é mais usada atualmente para dispositivos pequenos, como displays de celulares, equipamentos de som para carros e monitores de computador, além de TVs abaixo de 42 polegadas”, explica.
O LCD também apresenta problemas, que são menos graves. Em imagens muito rápidas, às vezes é possível identificar rastros na tela, o chamado efeito fantasma ou “ghost”. Esses rastros são instantâneos, não mancham e não queimam a tela, mas incomodam bastante. Isso ocorre, também, porque o sinal é analógico.
Para uso em computador, o problema é facilmente solucionado ao comprar um cabo digital de conexão entre o monitor o PC, chamado de cabo DVI, o que acaba com o efeito fantasma e melhora consideravelmente a qualidade da imagem. Mas não funciona em televisão. Entre as desvantagens do LCD, é que a relação brilho/contraste não é tão vibrante quanto o plasma.
Futebol 100% digital só em São Paulo
Se a Copa do Mundo é o referencial para comprar uma TV de plasma, é bom ficar sabendo que somente na cidade de São Paulo haverá transmissão 100% digital com todos os recursos disponíveis. Uma parceria da TVA Digital e da BandSports irá transmitir os jogos em alta definição (HDTV), com resolução de 1080 linhas. As TVs comuns e o sinal analógico, por exemplo, transmitem com apenas 400 linhas. O serviço deve começar a ser implementado no Rio de Janeiro no final deste ano, em Curitiba no ano de 2007 e sem a menor previsão para as demais áreas.
Para quem está fora de São Paulo, algumas operadoras como Sky e DirecTV vão oferecer planos para transmitir os jogos em widescreen 16:9 e, eventualmente, com som digital − mas até agora não há um padrão nas empresas para todo o Brasil. Quem for assistir aos jogos da Copa pelos canais abertos ou pela TV por assinatura que transmita em sinal analógico, que são a maioria, não terão a melhor imagem no plasma e irão sofrer os mesmos riscos mencionados na reportagem, de manchas na tela e distorção das imagens. No Recife e em outros estados brasileiros, algumas operadoras oferecem pacotes com a Rede Globo no formato digital, por um custo adicional.
Prós e contras da TV de plasma
Prós:
- cores mais vibrantes
- ângulo de visão mais amplo
- contraste aprimorado, melhor do que telas LCD
- tamanhos de tela a partir de 42 polegadas, modelos de até 103 polegadas
- ideal para DVDs e sinal digital em widescreen 16:9
Contras:
- alto consumo de energia
- ao ficar muito próximo da tela, é gerado um efeito flicker que cansa a vista mais rápido
- imagens estáticas e tarjas pretas nas laterais queimam a tela
- para ser usado como monitor no PC, é inferior ao LCD por conta da resolução em pixels.
- possui mais reflexo do que o LCD, deixando a tela "espelhada" se houver incidência de luz direta (janela aberta, por exemplo), fenômeno também conhecido em monitores CRT. [Webinsider]
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Seagull Posted: Jul 4 2006, 01:40 PM  
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05/12/2005
Imagem superdefinida nem sempre é realidade
Ao entrar numa loja de eletroeletrônicos, é difícil não se impressionar com as imagens delirantemente coloridas exibidas pelas TVs de plasma ou de LCD. São imagens de alta qualidade de DVDs, cuidadosamente selecionadas para ressaltar a qualidade visual dessas TVs.
Mas é comum o espectador ficar desapontado ao assistir a programas de TV comuns em telas de dimensões maiores: as imagens ficam pouco nítidas, granuladas, como acontece com uma foto digital de baixa resolução ao ser ampliada.
Isso acontece porque a TV brasileira ainda não está preparada para gerar sinais digitais em alta resolução. O governo brasileiro prometeu definir qual será o padrão de TV digital a ser adotado no País em fevereiro de 2006, mas o período de transição deverá ser longo.
Enquanto não houver transmissão em alta definição (HDTV), as TVs com telas grandes e boa definição só mostrarão todo o seu potencial na hora de assistir a DVDs.
Outro problema é que, como as telas são “widescreen” (seguem a proporção 16:9, na relação largura:altura), a imagem da TV aberta na proporção 4:3 aparece deformada ou com cortes. Ou pode ser vista no formato original, com tarjas pretas dos lados. Pouca gente pensa nisso na hora de comprar, mas estranha bastante depois.
Quem está levando uma TV com a esperança de ser um dos usuários pioneiros da TV digital de alta definição no Brasil, deve prestar atenção na hora de comprar o aparelho. As telas com pelo menos 720 linhas horizontais são as mais adequadas, mas custam mais caro. Equipamentos com 480 linhas horizontais também poderão receber os sinais digitais, mas a qualidade será um pouco inferior.
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Seagull Posted: Jul 4 2006, 01:50 PM  
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Tecnologia dará flexibilidade a emissoras, que poderão transmitir com qualidade igual ou melhor que a do DVD
03/07/2006
Maurício Moraes e Silva
Não é exagero dizer que a TV aberta brasileira mudará totalmente quando estiver no ar o sinal digital. Além de transmitir programas em alta definição – com uma qualidade superior à do DVD – e formato widescreen, similar ao das telas de cinema, as emissoras passarão a oferecer conteúdos interativos. Também poderão exibir um maior número de atrações no mesmo horário. O conteúdo dos canais vai mudar e o interior dos aparelhos de TV, também.
Em dez anos, quando a transição para o novo modelo estiver completada, a telinha que você vê hoje na sua sala parecerá uma peça de museu. E isso não vale apenas para os tradicionais aparelhos de tubo. Mesmo os modernos modelos com telas de plasma e cristal líquido (LCD) vão ficar desatualizados. Vá com calma, não precisa se desfazer de nada ainda. Num primeiro momento, sua TV poderá ser acoplada a um conversor. Depois, você poderá decidir se valerá a pena trocá-la por outra.
O sinal digital deve começar a ser transmitido até o início de 2008, nas capitais e no Distrito Federal. Ao que tudo indica, o carro-chefe da estréia do sistema no Brasil será a alta definição (HDTV). Para aproveitar esse tipo de transmissão, que tem 1.080 linhas de resolução e formato widescreen (16:9), só mesmo com uma TV ultramoderna. As emissoras também vão poder optar por exibir seus programas com definição standard (SDTV), de 480 linhas, uma qualidade bastante semelhante à de um DVD.
Nos dois casos, o som poderá ser surround 5.1 e envolver o espectador que tiver um home theater. “A imagem não terá chuvisco, ruído ou fantasmas”, destaca o professor Gunnar Bedicks Jr., da Universidade Mackenzie, um dos pesquisadores envolvidos na criação do sistema de TV digital brasileiro. Já o sinal analógico, disponível hoje no País, está sujeito a uma série de interferências.
Enquanto algumas emissoras vão apostar em HDTV, outras poderão transmitir, ao mesmo tempo, quatro programas diferentes em SDTV. “Acho que o modelo vai ser flexível”, prevê o professor Guido Lemos, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), também envolvido nas pesquisas do sistema digital. A multiprogramação será possível porque a SDTV ocupa menos “espaço” no sinal do que a HDTV. Isso permitirá escolher, por exemplo, entre um telejornal, um programa de auditório, um filme ou um documentário sem mudar de emissora.
OPÇÕES À MÃO
A interatividade ficará para uma segunda etapa. Com o controle remoto, será possível participar de votações e enquetes ao vivo, consultar a programação ou até mesmo descobrir o posto de vacinação mais próximo da sua casa. Por conta disso, em vez de ficar sentado no sofá apenas recebendo as informações que vêm da tela, cada telespectador passará a ter um papel mais atuante.
O conteúdo interativo chegará pelo ar, “empacotado” com o áudio e o vídeo. Os terminais de acesso – aparelhos que fazem a conversão – ou as TVs com tecnologia digital incorporada saberão interpretar as informações e mostrá-las na tela. Para que os comandos teclados no controle remoto voltem à emissora, o governo terá de definir um “canal de retorno”. Em vários países onde a TV digital já existe, a opção mais comum é conectar os equipamentos a uma linha de telefone fixo e transmitir os dados por lá.
Dentro do sinal digital também haverá espaço para uma transmissão de qualidade mais baixa, destinada à exibição em telefones celulares e em outros aparelhos portáteis de tela pequena, como computadores de mão. Você poderá ir de um ponto a outro da cidade sem perder o seu programa favorito e não precisará pagar nada por isso. Essa será uma das características aproveitada do padrão japonês.
Por trás de muitas outras, porém, estarão os estudos feitos no País, que envolveram 79 instituições e cerca de 1.300 pesquisadores. Isso explica por que o modelo tem sido chamado de nipo-brasileiro. “Como raras vezes na história do Brasil, teremos a oportunidade de incluir nossas inovações”, destaca o professor Marcelo Zuffo, coordenador do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). “Não vamos depender de fora.”

19/10/2005 01:17
De: Mauricio (fotobarone@ig.com.br)
IP: 200.201.130.2-

Re: Re: Re: Re: DVP 3005 Philips

pessoal ,
fiz exatamente estes passos e funciounou perfeitamente no meu philips dvp 3005
1-pressione "system menu" para entrar no menu.
2-use as setas para a direita ate chegar em "preferencias" . importante: nao use as setas "para cima" ou "para baixo". use somente as setas para as laterias.
3-uqando estiver em cima da palavra preferencias, digite 135566 e tecle OK
4- vai aparecer o Region Code na tela. Usando as opçoes de setas "para cima" e "para baixo" , voce pode mudar as regioes.
5-Region Code=0 vai tocar todas as regioes.
6- pressione "system menu" para sair deste menu
espero que ajude alguem.
abraços
Mauricio
27/06/2008 09:50
De: Bradi Cubia
IP: 64.76.174.10

Re: Re: Samsung P250K

¡ ...... Bravo Mr. Walker .....!
Logré destrabar mi Samsung DVD-P250K player (zona 4) y dejarlo Multizona ( zona 9).
Pude ver mis discos de una serie para zona 2 sin problemas.
Gracias.
Bradi
18/12/2003 18:29
De: Schlickmann
IP: 201.2.224.160-

Re: Re: Re: Re: Re: Cabos

Bom, falando em bitrate e aproveitamento de espaço, gostaria de saber se alguém trabalha com DVD de bitrate variável, se tem sido bom o resultado mesmo em passagens rápidas. Isso faria a qualidade de imagem aumentar e um pouco do espaço diminuir...
27/08/2003 01:40
De: ARNIE (naldonova2099@yahoo.com.br)
IP: 200.164.123.227

Re: CORES NO VIDEO OU MEDIA STUDIO 7


Ola Alex!
  Eu Tambem estou com o MEDIA PRO desse jeito, isso acontece porque ele Já Instala automaticamente para o Pais TAIWAN, e Não é possivel mudar!
   Pelo menos eu Não consegui!
   Se Voçê Pegou os Programas FULL a Coisa fica Dificil!, Mas se São Trials, pegue outra vez no Site da ULEAD, Pois Lá voçê diz de Qual Pais Voçê é, e esse Engano Não Acontece!
   Eu Estou com o Studio 7 Full, mas Tem esse mesmo Problema! e Tenho o Trial, que aceita as Cores!
  Na Pior das Hipoteses Vou Ficar Resetando o Registro e usar o Trial pro ressto da vida!
Valeu!
08/11/2003 16:36
De: Fantasma que Anda
IP: 200.195.116.58-

Arquivo p/ download

Silvano,
Solicito, caso ache por bem anexar a matéria abaixo ao item "Arquivos Para Download", que, substitua o tempo Presente do verbo inicia (... inicia suas atividades no país...), para o Passado (... iniciou suas....).
Grato pela tua atenção...
Mr. Walker
23/01/2006 13:08
De: Fantasma
IP: 201.50.54.55-

Re: Como debloquear

Estás tentando fazer o back-up no Gravador de mesa ou no Drive-RW do PC?
No primeiro caso: Só comprando uam caixa-preta chamada de Macro Cleaner, Macro Remover ou qualquer nome do gênero - procurar no Google ou no Free Market.
No segundo caso: Usar o DVD Shrink 3.2, DVD Decrypter, or DVD RegionFree+CSS, á venda nas boas casas do ramo.
Mr. Walker
24/09/2003 20:03
De: Silvano Luxvich
IP: 200.179.252.10-

Re: Sistema de Busca

Fantasmagório amigo,
A indexação do mecanismo de busca, por ser gratuita, é feita de acordo com a conveniência do provedor. Solicitei que fosse realizada no menor período possível, no caso diariamente. Mas as sucessivas quedas do Inforum tem causado problemas, principalmente quando a indexação ocorre durante uma pane. Neste caso , nada é feito, temos que aguardar uma nova indexação, o que pode gerar uma desatualização temporária.
Por via das dúvidas , submeti ao Google um pedido de inclusão, mas não deram resposta positiva. Notei alguns retornos nas buscas, efetuadas naquele sistema, mas não dispomos de nenhuma informação se fomos incluidos ou não, e muito menos à respeito de qual periodicidade seria adotada.
[]s
20/08/2008 20:04
De: Fantasma
IP: 189.24.247.117

Re: Re: Assistência Técnica DVD COBY - endereço de autorizada

Edson,
A maior parte destes problemas dos DVD portáteis Coby é o cabo flat. Existe uma loja chamada "Tokaia" no Rodoshop e no Shopping São Gonçalo e uma em Icaraí que, não sendo autorizada, coisa nenhum, mas, por vender estas "goiabinhas", também quebra um galho quando os de seus clientes dão defeito. Já estive conversando com o dono e ele falou que pode levar até as suas lojas que, o que for possível ele faz.
Bem, isto é melhor que um chute nos ovos!...
Soçarba...
Mr. Walker
Seu IP: 3.228.21.186 (os IP's são armazenados por questões de segurança)
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  Não quero que meu e-mail apareça na mensagem (apenas o nome)