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Tags: de video dvd digital gravacao edicao nao linear autoracao
07/06/2009 15:29
De: Luiz Carlos (luizinhodeoliveira@ig.com.br)
IP: 200.225.159.47

Re: Imagem do computador na TV

Olá pessoal,
O que preciso ter ou o que preciso fazer para ver imagens do pc na tv?´Tenho que comprar alguma placa especial ou é apenas uma programa? Aguardo respostas.
Obrigado! Luiz Carlos
06/01/2006 10:56
De:
IP: 200.190.73.8-

Re: Re: Compra de gravador de DVD

Olá Fantasma...
Sou eu mesmo do Forum Abril...lembrei de você também...tivemos algumas desavenças.
Comprei hoje o Samsung. Levei em conta a conexão i-link.
Quando os preços dos gravadores com HD diminuirem, eu troco. Um abraço e um bom ano para você e todos participantes deste forum.
10/02/2004 08:44
De: aldo
IP: 200.206.213.110

Re: Re: Re: Re: Re: Re: Meus testes... / Entrelaçamento

Leandro,
Compreendo a sua dúvida. O problema é que para facilitar as coisas eu chamo arquivos capturados sem compressão de .avi. E quando o .avi tem compressão eu chamo de Divx.
Somente faço capturas sem compressão nenhuma, ou seja, .avi. Depois eu aplico os filtros para melhorar as imagens e por fim efetuo a compressão em Divx.
Meu DVD player não reproduz Divx, o que faço é conectar a saída da minha placa de video na Televisão.
A nossa diferença, é que eu capturo os videos sem compressão e posteriormente converto para Divx. Você captura direto em MPEG2 e cria os ficheiros com os programas adequados para gravar em um DVD.
Eu (e você também) poderia fazer a mesma coisa, bastaria pegar o video sem compressão e convertê-lo para MPEG2, criar os ficheiros e gravá-los em DVD (no caso não tenho o Gravador de DVD, mas é apenas um detalhe nesse caso).
O que estou te dizendo é que se capturar os videos sem compressão, desentrelaçar, e depois converta para MPEG2, você obterá um resultado bem melhor nos seus videos.
Espero ter exclarecido.
Aldo Levi
28/03/2004 10:53
De: samuel (leumas@uol.com.br)
IP: 200.147.45.82-

Placa de captura AVERMIDIA

PESSOAL GOSTARIA SE POSSIVEL UMA INFORMAÇÃO SE ESTA PLACA DA AVERMIDIA DESCRITO ABAIXO SE É BOA OU NÃO.
Placa TVTunner AverTVPhone com entradas S-Vídeo, Composto, RCA double (stereo) e
  sensor para controle remoto (controle remoto incluindo: funções volume, troca de canal, e  
  todas outras funcionando perfeitamente)

Acompanha: Manual, cabos, controle remoto, antena para FM e CD com os driver's.

Requisitos: Windows Millenium ou 98, Slot PCI disponível, placa de som e vídeo.
25/11/2006 00:46
De: Fantasma que anda
IP: 201.19.106.247

SP - LP - EP / SLP Resolução - Bit Rate - Processador de Vídeo - Firmware - Algoritmo Nos Gravadores de DVD

Como o pessoal catedrático e doutorado em Eletrônica e Comunicação, defensores da superioridade da qualidade do formato VHS sobre o formato DVD, não compareceu para explicar o porquê, desta superioridade, a qual, justiça seja feita, ultimamente, eles já falam que é somente na velocidade SLP (6 / 8 horas), talvez muito atarefados com os importantes problemas lexográficos da língua portuguesa da qual - também - são mestres, decidi coletar alguns tópicos de outro fórum da NET, para tentar um pequeno ensaio almejando trazer alguma luz sobre o assunto...
Aceito correções dos Mestres e "mestres", bem como, a cooperação dos demais companheiros que hajam deduzido algo em suas experiências com seus aparelhos ou fruto de suas pesquisas:
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(calahoney @ Nov 21 2006, 03:35 PM)
Imagens em LP gravadas no`Philips 3355 e no Samsung r-130 não apresentam pixelização, já as gravadas no Pana ES10 pixelizam a cada 5 quadros.
Enfim, a grande dúvida agora é se o ES15, na prática, continua ou não a pixelizar em LP.
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Phantom who walks Posted: Nov 21 2006, 05:33 PM  
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O fator que estabelece a diferença na qualidade da imagem gravada em LP (4 horas) é o Processador de Vídeo usado nos Philipetas 615 / 33fogareiro e nos Semsungas R121 / 130 - chipset LSI Logic!
Os modelos Panatrixies passando pelo DMR-E55PL-S até o DMR-ES10, incluindo também as versões com HD como o DMR-EH100, DMR-EH50 e DMR-EH60, são dotados com processadores de vídeo nativos da Matsushita.
Frente à constatação absoluta do melhor desempenho dos chips LSI Logic usados nos devices Philips, Samsung, outros, e agora, mais recentemente, nos LGE, ainda em 2005, a Panasonic experimentou o componente LSI em seu modelo DMR-ES20P - infelizmente, não lançado em terras brasílis - que obteve sucesso total! Ou seja, a mesma qualidade de imagem já constatada nos gravadores citados.
O que eu penso (eu também penso...) que fez, então, a Panasonic?
- Com o orgulho de ser uma das grandes desenvolvedoras de tecnologia tanto neste como em outros setores, ao invés de, pura e simplesmente, fazer dotar em seus devices um chip terceirizado, neste caso, da LSI pagando-lhe os devidos royalties, deve ter feito um acordo (negociação) de transferência de tecnologia, desenvolvendo um novo processador Panasonic baseado no chipset LSI.
Tem dado para perceber por certos comentários lidos que a qualidade final do vídeo gravado em 4 horas (LP) no DMR-ES15LB-S ficou superior aos DMR-ES10PL-S to down, pero, não alcançando o padrão de excelência obtido pelo DMR-ES20P, que dota um chip LSI Logic nato.
Li também o comentário de um gringo – proprietário de um ES15 dizendo que, teve o maior trabalho e cuidado para remover o dissipador de calor e, lá estava o chipset LSI (!!!) (???). Será?
- Fico também com a dúvida: o DMR-ES15LB-S usa na verdade um chipset LSI, ou um Panasonic desenvolvido a partir de?...
Como eu possuo o até agora, melhor de todos, no computo geral entre os que eu conheço - Pioneer DVR520H - me sinto induzido a pensar que o Pansonic DMR-ES15LB-S ficou algo parecido com o ele, tendo uma gravação até 3 horas que pode ser qualificada como muito boa e apenas, boa / regular / normal, em 4 horas. A partir desta velocidade, descartável, como o é em todos os outros, usando ou não, processadores LSI. Como a Pioneer é também um dos baluartes em desenvolvimento de tecnologia, tanto em hardware quanto em software (neste caso em parceria com a Sonics Solutions), voltados para a indústria cinematográfica, bem como, de produtos eletrônicos destinados ao consumo popular, usa chipset de fabricação própria!
Mesmo fã ardoroso dos produtos Pioneer, Panansonic e Sony - não necessariamente nesta ordem – eu tenho a obrigação de dizer que, a gravação em LP do buguento Samsung R121 (possuo) é superior a gravação em 4 horas do meu fora de série Pioneer DVR520H. Não é algo escandaloso!... Pero, é superior - ao se comparar uma gravação com a outra.
Acredito também que, estória quase igual, possa ser contada com relação ao Sony RDR-GX330, se comparado aos aparelhos que usam o processador de vídeo LSI.
O device dos sonhos sería um Panasonic, Pioneer ou Sony, montado com um chipset da terceira geração dos LSI, explorando todos os seus recursos e funções.
Com a palavra quem possua o DMR-ES15LB-S!...
Em Tempo: Quanto a questão do recurso 2 x 250 anunciada como o grande trunfo dos devices que usam os processadores da LSI Logic, inclusive, no Panasonic DMR-ES15LB-S:
A veloc padrão é a SP que pode manter a resolução em pixels de 720 x 480, com uma variação dados de vídeo (Bit Rate) entre 6000 a 8000 kbps (kbits por segundo), e uma varredura horizontal de 500 linhas. À medida que se diminui a veloc de gravação para aproveitamento de espaço na mídia, obrigatoriamente bits têm que ser perdidos (comprimidos). A resolução cai proporcionalmente e com estes dois parâmetros as linhas de varredura, tanto que, em veloc LP temos cerca de 250 linhas de varredura horizontal.
Lembro que, 250 linhas de varredura horizontal é exatamente o parâmetro do VHS. Assim, na prática, um vídeo digital gravado em modo LP tem semelhança com a gravação de uma fita VHS. Esta comparação é mais feliz quando o arquivo gravado não possui cenas de muito movimento. Por características da gravação digital comprimida com a perda de bits e consequentemente de pixels, em cenas movimentadas temos a ocorrência de macroblocos ou pixelamento que será maior ou menor de acordo com o processador de vídeo usado e a qualidade do projeto. A gravação / edição do VHS por ser feita analogicamente e de forma linear e não em bits / dados de vídeo (processo binário), mesmo tendo apenas 250 linhas de varredura horizontal, não apresenta fragmentação. A definição é muito mais pobre que a do DVD (cerca de 500 linhas tem o DVD) e se degrada cada vez mais de acordo com a diminuição da veloc de gravação, pero, não se desfragmenta por não ser composta de bits.
A tecnologia Do.Mi. No. usada nos chipsets da terceira geração da LSI Logic consegue multiplicar estas 250 linhas de varredura no modo LP, apresentando um resultado dito igual (eu diria quase...) ao modo SP.
Como este resultado é obtido?
- Juro que eu não sei!
Chutagoricamente falando, tento elucubrar uma amostra do sinal com varredura horizontal de 250 linhas sendo tirada da saída de um estágio (circuito), e sendo reinjetada na sua entrada para reprocessamento, resultando em sinal de saída final composto de 500 linhas. Pero se disserem que eu afirmei que a coisa é feita deste jeito, EU NEGO!!! Sei que em áudio isto é possível e o melhor exemplo ao alcance dos senhores é o reforço de graves (Loudness) existente nos amplificadores e mesmo nos Micro ou Mini systems de som. O loudness é uma realimentação (reforço) do grave.
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eddypimenta Posted: Nov 22 2006, 02:39 AM  
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Caro Walker, bom vê-lo de novo por aí.
Estou acompanhando a discussão entre vocês e gostaria de dizer que levantei também o dissipador e fotografei o processador do equipamento que recebi. A foto está postada no comentário que fiz, neste mesmo tópico. Eu lhe afirmo que o chip é um Panasonic MM2DS001610B e não um do fabricante LSI, como parece ser o caso do modelo americano. A linha de chips da Panasonic existe há algum tempo, usando a mesma estrutura de código, que normalmente estabelece a família, e este parece ser a última evolução desta. Conforme link que também postei, pode-se visualizar, em pdf, datasheets dos mesmos pela internet. No caso específico deste chip ainda não tem datasheet disponível, por ser novo, mas é questão de tempo para aparecer.
Parece também que está havendo alguma confusão teórica entre resolução e nível de pixelamento. A resolução tem a ver com a capacidade do sinal de mostrar detalhes finos da imagem. A forma com que avaliamos profissionalmente a capacidade de um equipamento em responder à resolução intrínseca da TV adotada no Brasil, padrão M, que é a mesma dos EUA (o sistema de cor é diferente, mas o padrão de luminância é o mesmo) é usando sinais de teste.
O sinal que usei, chamado de multibusrt, com fotos tiradas de um display de osciloscópio, é a representação elétrica de uma linha na sua tela de Tv. No multiburst, na linha é feita a superposição de rajadas de frequência que cobrem toda a faixa de frequência do padrão M, que vai até 4,2 MHz. Assim sendo, se vocês observarem de novo as fotos, primeiro temos primeiro um pulso plano, que serve para avaliar as baixas frequências da imagem, e depois, sucessivamente, uma rajada em 500 Khz, uma em 1,5 MHz, uma em 2 Mhz, uma em 3 MHz, uma em 3,58 MHz (que é a frequência usada para transportar os sinais de cor tanto no padrão NTSC quanto no Pal-M -há entre ambos uma diferença de alguns khz, mas são muito próximos) e, por último, uma rajada em 4,1 MHz, que é colada no limite final da faixa do padrão M, em 4,2 MHz.
Ora, o que fiz? Injetei este sinal de teste analógico no gravador, e gravei nos 4 modos de gravação disponíveis e em diversas mídias. Feito isto dei PLAy, e monitorei o sinal de teste gravado, de volta à forma analógica, no osciloscópio para os diversos modos de gravação e diversas mídias. (Na hora de ir para a TV o sinal tem que voltar a ser analógico, pelo menos enquanto não chega a TV digital no país).
E o que vimos? Que nos modos XP, SP e LP a resposta foi PLANA dentro da faixa intrínseca. O que sigifica isto? Que dentro da capacidade de resposta do sistema M não houve qualquer perda, ou seja respondeu de forma plana até 4,2 MHz.
Que isto significa, na prática? Que para sinais tanto os que vem do ar, (por transmissão direta), ou por cabo, o equipamento possui a resolução intrínseca máxima do sistema. Ou seja, responde até 4,2 MHz de frequência que é o mesmo que dizer que tem a resolução nativa de 720 por 480 linhas, que é uma outra forma de dizer A MESMA COISA.
Ah, Eddy, e se formos gravar de um DVD? A resolução não é maior? E se formos gravar de DBS (Direct Broadcasting Satellite) - Sky, DirectTV e scambau? Bem, a não ser em canais especiais, onde são disponibilizadas resoluções maiores, não! (Por exemplo a Sky teve um canal sendo transmitido, durante a copa de mundo, em resolução superior a 720X480. Neste caso especial a resolução era maior porque a geração da copa estava sendo feita de HDTV). Nesta mídia - satélites, pode-se chegar a resoluções de 1280 por 720, usado por alguns canais nos EUA para canais digitais e mesmo chegar à resolução máxima de 1920 por 1080, também chamada de full HDTV, pois a tecnologia DBS já o permite, em alguns casos. Mas, na maioria dos canais transmitidos na transmissão via satélite a resolução máxima ainda é de 720X480, que é a resposta dos sinais que estão sendo gerados, e não por limitação técnica da mídia satélite.
E se me perguntam: "a resolução vai subir mais do que 1920 por 780?" Não, não vai porque esta é a RESOLUÇÃO LIMITE do olho humano. E nego não vai gastar grana para desenvolver imagens com resolução que só águia consegue ver.
No caso dos DVD´s Players atualmente existentes no mercado brasileiro a resolução máxima é de 720 X 480. Já estão saindo DVD´s Players novos no mercado internacional para atenderem à demanda das resoluções da TV digital, mas ainda não chegaram ao nosso mercado, como o Blue-ray, da Sony e um outro, que esqueci o nome, desenvolvido por um consórcio de fabricantes onde participa a Microsoft.
Bem, e o danado do pixelamento? O pixeleamento, na verdade é um ruído digital causado pelo processamento do vídeo, na sua transformação de analógico para sinal digital. O sinal que vem ou do ar, ou da TV a cabo, ou da saída do DVD, ou do receptor de satélite, que se quer gravar no gravador de DVD, é um sinal analógico, - na verdade um sinal elétrico que varia entre 0,3 e 1 volts pico a pico, contendo frequências que vão desde DC (0 Hz) até 4,2 Mhz. Este sinal tem que ser transformado em bits (sinais digitais de presença =>1 - e ausência => 0) que o representam para serem gravados na mídia ótica - o CD Ram, +R, -R, etc. E depois este sinal tem que VOLTAR a ser analógico pois senão a TV não tem como o apresentar na tela. O gravador tem um montão de conexões de saída de vídeo (composto, A&V, componente, Svídeo) mas todas elas, sem exceção, são sinais analógicos. Exceção é a entrada IEE1394 (DV ou firewire) que é digital. Mas é entrada. TODAS AS SAÍDAS SÃO ANALÓGICAS. Bem, para fazer este vai e vem analógico - digital - analógico, entra em ação, então, os processadores.
Para converter de analógico para digital o sinal é amostrado (como se tirasse uma foto instantânea da situação num determinado momento do sinal analógico) numa velocidade muito grande. Esta sucessão de amostras é chamada de amostragem. E a velocidade com que isto é feito é chamada de Taxa de Amostragem, medida em Kbits por segundo. Teoricamente, quanto maior a taxa de amostragem, também chamada de bitrate, mais fiel ficará a imagem digitalizada e, consequentemente, menos pixeleamento apresentará o sinal final. Se você abaixar muito a taxa de amostragem, aí você começa a não responder às frequências mais altas, que são as que dão os detalhes da imagem. Por isto, no modo EP que usa uma taxa de amostragem de 993 Kbits/seg, a resolução caiu para 352 X 240. Se olharmos o sinal multiburst gerado por este modo de gravação que fotografei, veremos que as rajadas de frequência só permanecem como no sinal original a quarta rajada, que é 2 MHz. Acima destes 2 Mhz até o final em 4,1 Mhz, caiu de vez. Viram como dizer que a resolução (352X240) é igual à ter uma resposta de frequência (2 Mhz)? É falar a mesma coisa de duas maneiras diferentes.
Se vocês fizerem o paralelo com áudio, podemos dizer que um bom equipamento deve responder até os agudos do limite do ouvido humano, que vai até 20 Khz. Outros equipamentos parecem não ter pureza, sem brilho... é que nestes a resposta é limitada à 8, 10 Khz, como os rádios portáteis. Em vídeo é a mesma coisa. Maior, resolução, maiores detalhes, maior resposta de frequência. Pouca resolução, imagem "lavada", sem detalhes.
Bem, voltando à taxa de amostragem, se a aumentarmos reponderemos à faixa de detalhamento desejada (resolução) com menor ruído digital (pixeleamento). E qual é o preço a ser pago? É o espaço na mídia. É uma relação de compromisso - maior qualidade, maior espaço pois maior é a quantidade de dados gerados.
Bem, com a evolução dos processadores, estes criativos colegas engenheiros foram desenvolvendo filtros e macetes de processamento, assim como algorítmos que reduziram o ruído digital (pixeleamento) para bitrates (taxas de amostragem) baixas o suficiente para colocar 4 horas de vídeo e áudio num CD, como é o caso deste modelo que testei. E sem perder resolução, como foi visto na foto do sinal final produzido em LP que postei há alguns dias, onde o sinal estava plano até 4,2 Mhz, que corresponde à uma resolução de 720X480 pixels!
Ah, mas me perguntam: a imagem é melhor nos modos XP e SP? Sim, é, por todos os motivos que citei. Com imagens muito boas, como as que gero na minha câmera de vídeo em DVcam, isto fica patente. Mas considero bem aceitável o modo SP. Já com imagens geradas a partir de fontes não tão boas (i.e., todo o resto), o modo LP é bastante aceitável. Eu o estou usando. O ruído digital é visível (pixeleamento)? Sim, mas tem que se observar bem para vê-lo. E Eddy, me pergunatriam, e para gerações para produções comerciais, como parece ser o hobby ou meio de vida de muita gente deste forum? Aí eu usaria SP, com certeza.
Só faz sentido, moçada, usar o modo LP ou mesmo o SP para economizar espaço no CD. Ah, dizem, "mas a imagem não fica tão boa quanto nos outros modos para meu gosto"... - então, responderia, compra mais mídia e usa os outros modos que estão lá a sua disposição, cara-pálida!!!
Espero não ter sido muito técnico na minha análise e ajudado aos colegas a diminuir a confusão. Realmente a matéria é complexa, mas muito gostosa, não?
Saludos mineiros
Eddy
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eddypimenta Posted: Nov 22 2006, 03:38 AM  
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Caro Walker, só para clarear mais e esclarecer pontos dos seus comentários:
a) Vimos, baseado nas medidas que fiz, que, nesta linha de terceira geração como você chama, temos uma resolução de 720X480 mantida até o modo LP, que tem taxa de amostragem de 2299 Kbits/seg., Portanto muito abaixo dos 6 a 8 mil bits/seg citados; Na verdade com os novos filtros e algorítimos, este lance de ter que amostrar em 8000 bits/seg para ter resolução nativa do padrão M (720X480 pixels) já era.
b) Afirmo que no modo LP NUNCA, pelo menos neste gravador, a resposta pode ser comparada ao "good old VHS", que respondia realmente só até a 2 MHz, que equivale, corretamente como vc disse, a algo como 250 linhas de resposta. Isto sem falar no ruído branco enorme gerado pela gravação analógica que permitia, se tanto, uma cópia apenas. Da segunda geração em diante era puro lixo! Neste equipamento a resposta é plana até 4,2 Mhz, o que corresponde, como vimos, a uma resolução de 720X480.
c) Na verdade os bits não são perdidos ou comprimidos. Quando a amostragem é feita mais lentamente, as variações de alta frequência (rápidas) no sinal analógico original que está sendo amostrado podem não ser capturadas pelo processo. É onde se perde resposta de frequência ou, falando de outra maneira mas da mesma coisa: perde resolução, capisce? Lembram da comparação que fiz com fotografias sucessivas? Se uma cena rápida acontece entre os dois "instantâneos", se perde o ocorrido, fazendo a analogia. Na verdade, os sinais digitais ao serem retransformados em sinal analógico para serem exibidos na TV, na parte que fica entre os pontos que foram amostrados, são inferidos, ou, falando menos tecnicamente, são "adivinhados". Pelo teorema de Nyquist, se a amostragem for pobre, gera-se distorção, ou seja, naquela parte entre as duas "fotografias" o que se infere - adivinha - não é a realidade => distorção é gerada. E quais as cenas que tem maior potencial de serem perdidas pela baixa amostragem? As rápidas, ou de maior frequência, do sinal analógico... olha a resolução de novo aparecendo aí!!!
d) Por fim, creio que o Walker está certo: a propaganda feita quer dizer que, em taxas de amostragem baixas (fotos tiradas a um ritmo mais lento) conseque-se o dobro de resolução que a geração anterior. E conseguiram mesmo.
Abraços gerais.
eddy
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Phantom who walks Posted: Nov 22 2006, 04:19 AM  
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[(eddypimenta @ Nov 22 2006, 02:39 AM)
Bem, com a evolução dos processadores, estes criativos colegas engenheiros foram desenvolvendo filtros e  macetes de processamento, assim como algorítmos que reduziram o ruído digital (pixeleamento) para bitrates (taxas de amostragem) baixas o suficiente para colocar 4 horas de vídeo e áudio num CD...]
[Phantom: - É exatamente aqui que eu queria entender (saber) como se desenvolve o processo em termo de análise de circuito!
Quais são os macetes? Como são processados os dados para que tenhamos no resultado final a multiplicação (duplicação) das 250 linhas da varredura horizontal...]
[eddy: - ... como é o caso deste modelo que testei. E sem perder resolução, como foi visto na foto do sinal final produzido em LP que postei há alguns dias.
Espero não ter sido muito técnico na minha análise e ajudado aos colegas a diminuir a confusão. Realmente a matéria é complexa, mas muito gostosa, não?
Saludos mineiros
Eddy}
[Phantom: - Muito excitante! Eu te agradeço muitíssimo, pois, gazeei estas aulas! Estou aposentado há 11 anos e minha atividade foi toda com equipamentos analógicos de deteção e Comunicação (Transmissão / Recepção) de grande porte. Depois de ficar coçando por merecidos cinco anos, de 2000 para cá resolvi enveredar pelo mundo da informática até então desconhecido por mim.]
Pahntom: - Solicito ao companheiro disponibilizar uma bibliografia (pode ser em livros), preferencialmente virtual. Tenho buscado muito na NET, pero, o melhor que até agora eu encontrei foi o site "Fazendo Vídeo", que é eclético, mas, infelizmente, não específico! Igual a uma imagem de 320 x 240 de um MPEG-1 ou um DivX com codec 3.11a, as pastilhas de tico & teco, lutam freneticamente, para completar os espaços vazios do mosaico.
Mr. Walker
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eddypimenta Posted: Nov 22 2006, 11:09 PM  
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Caro Walker,
Esta matéria tem novidades a cada dia. Eu poderia te indicar as revistas da SET (Sociedade de Engenharia de Televisão) que tem bons artigos sobre o assunto. A SET faz, anualmente, uma feira e seminário, um ano no Rio e outro em São Paulo, onde vc poderá ter a oportunidade de assistir palestras com tradução simultânea de feras do mundo da engenharia de TV, visitar stands dos principais fabricantes mundiais e pegar muito material impresso, além de fazer bons contatos. Para assistir às palestras tem que se inscrever na set e pagar pelo seminário, mas não é muito caro não. Vc pode selecionar os temas e assistir somente as palestras que te interessem, a um custo menor. A mostra é gratuita e aberta ao público, necessitando apenas de um convite, que pode ser retirado/pedido no local da mostra ou na secretaria da SET, no Rio ou através de um das dezenas de expositores. Procurem mais informações no site http://www.set.com.br/
Todo mundo da área de Broadcast está lá, inclusive este vosso amigo.
Se vc se apaixonar de vez, há uma feira anual em Las Vegas, chamada NAB (National Association of Broadcasters), em Maio, onde aí sim, vem gente de todo o mundo. É uma feira simultânea na área de TV e multimídia, com todos aqueles equipamentos que o pessoal de Hollywood usa ou ainda vai usar. É uma boa conhecer a feira (prepare os pés porque são 4 dias e vc anda pacas o dia inteiro só para visitar os stands) e à noite vc está em ... Vegas. Pergunta se fica algum diretor de engenharia de alguma emissora do Brasil por aqui? Vai todo mundo para lá.
http://www.nab.org/AM/Template.cfm?Section=Home
Tem um livreto, editado pela NTL inglesa "National Transcommunication Ltd." chamado "The NTL guide to Digital compression" que é uma abordagem interessante sem quase lançar mão de matemática sobre o assunto. Mas não creio que vc o encontre mais.
Um bom livro, também de abordagem média, sem cálculo, é o "An Introduction to Digital Video", de John Watkinson, Editora focal Press (inglesa).
Se vc quiser entrar a fundo no assunto e entender matemàticamente o que se passa, se tiver jeito para cálculo, um ótimo livro, bíblia da área, é o "Sistemas de Comunicação" do Lathi, Editora Guanabara Dois. Mas a matemática é de nível superior.
De graça, para vc se divertir, achei um livro que dá uma geral razoável no assunto, aqui na NET, disponível no site:
http://www.dspguide.com/pdfbook.htm
Só para dar uma pincelada e sanar um pouco a sua curiosidade na área, o "macete" que os algorítmos desenvolvidos a partir do projeto DVB (Digital Vídeo Broadcasting), hoje largamente usado no mundo todo, é o seguinte: De uma cena para outra, somente uma parte da cena varia. Por exemplo, numa apresentação de telejornal, a boca e o corpo do locutor se movem, mas quase todo o resto fica parado. (cenário, etc). Assim, o que se faz é processa-se, através da analise algorítmica, a parte da cena que mudou. O resto da cena, devidamente armazenada num "buffer", é repetida. Simples assim, mas altamente complexo de se implementar. A tecnologia está toda no encoder e é protegida de uma tal forma que recordo-me, nas primeiras transmissões de DVB-S (por satélite) em meados dos anos 90, a Globo comprou a tecnologia da Phillips. O encoder, por exigência contratual, tinha que ficar numa sala lacrada tipo uma jaula com acesso limitado a pouca pessoas e o processador tinha uma proteção que, se fosse tirada a tampa para acesso interno, fazia com que um circuito de segurança simplesmente "detonasse" os circuitos para evitar pirataria. Este sistema encriptado ainda é usado, mas hoje já tem um montão de fornecedores. Antigamente eram a Scientific Atlanta (canadense), a Phillips (holandesa) e a NTL, inglesa. Hoje tem um montão de gente da Ásia por aí. O sistema DVB-S é usado atualmente no Brasil por quase todas as emissoras regionais. Se voce olhar quem está trafegando no satélite Brasilsat B3, verá que tem dezenas de emissoras que usam as técnicas de compressão DVB. Veja o link:
http://www.lyngsat.com/brasilb3.html
O DVB é baseado no MPEG2 e a mudança foi radical: Onde cabia um canal analógico em full tranponder, hoje se põe dez canais digitais com custos que possibilitam emissoras regionais terem o seu canal exclusivo. E a qualidade é EXCELENTE. Aliás, receptores digitais, chamados de IRD´s (Integrated receiver decoder) já estão sendo vendidos na praça a valores em torno de R$200,00, sendo que custavam, no final dos anos 90, acima de U$2.000. Desta forma, vc pode ter, na sua parabólica do sítio ou casa a recepção de sinais, não apenas das redes, mas de suas afiliadas.
Como o algorítimo é a chave, fabricantes como a LSI e a Panasonic disputam o mercado lançando processadores que competem entre si, disputando que tem o melhor processo de compressão e codificação sem gerar deterioração do sinal. Por isto que colegas nossos como o Robert Toy ficam tão interessados em saber quem é o fornecedor do processador. É mais ou menos algo como a disputa entre a Intel e a AMD.
Bem, esta tecnologia se misturou com a mídia internet, algorítimos mais poderoso e complexos foram sendo desenvolvidos e temos aí dois exemplos de sua aplicação prática: O MP3 em áudio, onde onde em um CD de 700 MB se punham 20 músicas passou-se a caber 200 em MP3, sem perda significativa de qualidade.
E no vídeo, taí o DVix, que põe um filme de duas horas em um CD de áudio, usando exatamente, Walker, este macete de digitalizar só o que muda. E o desenvolvedor cobra royalties pelo trabalho, muito justo por sinal, pois é uma tarefa hercúlea, vcs podem imaginar, com milhares de engenheiros/hora.
Chegando ao nosso DMR-ES15, o processador também possui algorítimos internos que reduziram dramaticamente a necessidade de volume de amostragem, sem perda de resolução. O macete é este: processar só o que muda. Então não há circuitos, Walker, que eu possa mostrá-los, pois tudo se faz através de software interno nos encoders...
Infere-se que cenas de maior movimento como esportes demandam taxas de amostragem maiores, pois a cena muda mais, e estão sujeitas a pixelamento maiores para os modos de gravação mais lentos. Em filmes de romance, diálogos e coisas assim o pixelamento quase some... Entenderam porque?
Busque na internet, se vc quiser se aprofundar mais, por " Digital compression"; "Digital video"; "DVB techniques" e verá que há muita informação lá. Boa busca.
Saludos mineiros
Eddy
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Grato eddy Pipper! Pero, vamos simplificar um pouco para um melhor entendendimento pelo leigo. Acompanhem-me até a cozinha!...
Phantom who walks Posted: Nov 24 2006, 04:17 AM  
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Assunto: Desmistificando o algoritmo
For all (Forró),
DESMISTIFICANDO O ALGORITMO
Já tive a oportunidade de falar tanto no CDH quanto aqui no TECH que já freqüentei terreiros de Cultos Afros Brasileiros (Aumbanda e Candomblé), por produtivos 7 anos, procurando estudar dogmas e rituais destas religiões. Na presença de fatos ou de “fenômenos” não bem explicados, recebia como resposta dos Guias incorporados ou dos Sacerdotes (Babalorixás e Yalorixás) que aquilo era: segredo de Exu ou mandinga de Preto-Velho.
Porque comento isto com os senhores em um fórum técnico?
- Porque tanto macumba quanto eletrônica / informática possui fenômenos, aparentemente, mágicos, paranormais, ou inexplicáveis para quem não é da "gira", ou de "pemba", que, porém, sempre têm, ou um dia terão, explicação à luz da ciência. Este é o caso da telecinergia (faculdade de mover objetos à distância), estudada pela Parapsicologia e da algoritmia explicada pela Matemática.
Lembro de um professor no meu Curso Técnico que dizia que Eletrônica parecia macumba, mais não era!
Ao discorrer sobre circuitos eletrônicos ele mais do que à Hidráulica, gostava de associar circuitos elétricos e aparelhos às Artes Culinárias.
Dizia ele que os componentes eletrônicos (resistores, capacitores, bobinas / transformadores, semicondutores...) eram como se fossem lombinho, chispe, costela, cenoura, batata, feijão, carne, carne seca, verdura, etc. Que, juntados de tal ou qual maneira, resultaria em uma sopa, um guisado, um cozido ou uma feijoada.
Todo mundo que tem contato com computadores sabe que eles precisam ser programados para executar tarefas. Um programa é um conjunto de milhares de instruções que indicam ao computador, passo a passo, o que ele tem que fazer. Estes programas são construídos com ferramentas chamadas "linguagens de programação".
Estas linguagens contêm os comandos que fazem o computador escrever algo na tela, realizar cálculos aritméticos, receber uma entrada de dados via teclado, e milhares de outras coisas, mas estes comandos precisam estar em uma ordem lógica e contribuir, cada um, para a tarefa em questão. A lógica da programação, então, é o ponto principal na criação de aplicações para os computadores, e na verdade, ela independe da linguagem de programação utilizada.
Provavelmente tu já viste uma receita de bolo. Nela estão colocados os ingredientes necessários e nas quantidades corretas. Também, na receita encontramos o modo de preparação, dizendo o que deve ser misturado com o que, em que ordem, o tempo em que o bolo ficará no forno, etc. A este conjunto de instruções poderíamos dar o nome de "algoritmo para a confecção de um bolo". A palavra algoritmo significa "conjunto de regras e instruções, que devem ser seguidas na ordem especificada, para resolver um problema específico". Este termo está ligado às ciências da computação, mas na realidade pode ser aplicado a qualquer problema cuja solução possa ser decomposta em um grupo de instruções. A única diferença no caso é que, em relação ao computador, os comandos têm que ser precisos e cada um deve conter uma tarefa, apenas. Um computador não entenderia a instrução "bata a massa até atingir a consistência desejada..." Provavelmente teríamos que dizer "ligue a batedeira; bata a massa durante 5 minutos; delisgue a batedeira", ou coisa parecida.
O termo "processamento de dados" é muitas vezes utilizado em conjunto com computadores, pois, isto é o que eles fazem: processar dados. Daí podemos extrair os dois componentes básicos de um algoritmo (palavra que será sempre utilizada no contexto da informática):
Dados e
Código.
Dados são os valores (números, nomes, etc.) de que precisamos para resolver o problema, e código são os comandos que usaremos para manipular e "processar" os dados.
Se no nosso hardware (chipset) não houver os ingredientes (componentes) necessários, não vai haver algoritmo com gancho - contido nas instruções do software (firmware) - que vá fazer as 250 linhas de varredura no modo LP (4 horas) dobrar para as 500 linhas do modo SP (standard).
Entendam que, chipset não é nada mais, nada menos, que um Circuito Integrado e um Circuito Integrado (CI), não passa de uma caixa-preta eletrônica miniaturizada!
Exemplo: - Onde, antigamente era uma puta placa de circuito impresso do Amplificador / Processador de Vídeo dos televisores das décadas de 70 a 90, hoje é um CI ou chip com todos os componentes eletrônicos (microeletrônica), necessários a desempenhar as mesmas, ou outras funções mais avançadas, que as existentes nas antigas placas – tudo ali, acondicionados naquela baratinha preta cheia de perninhas.
CONCLUSÃO: - Um algorítmo não é um elemento dotado de poderes telecinérgicos arbitrários!
Al-Khorezmi
Muhammad ibn Musa abu Djafar Al-Khorezmi nasceu por volta de 780 DC (outros citam 800 DC) em Khorezm, ao sul do Mar de Aral (hoje Khiva, Uzbekistão), que havia sido conquistado 70 anos antes pelos árabes. Seu nome já diz muito, pois, significa "Mohamed, filho de Moisés, pai de Jafar, de Khorezm".
O termo algoritmo deriva de Al-Khorezmi.
Mr. Walker
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eddypimenta Posted: Nov 24 2006, 08:17 PM  
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[QUOTE (Phantom who walks @ Nov 24 2006, 01:17 AM)
[color=blue][b]Al-Khorezmi
Muhammad ibn Musa abu Djafar Al-Khorezmi nasceu por volta de 780 DC (outros citam 800 DC) em Khorezm, ao sul do Mar de Aral (hoje Khiva, Uzbekistão), que havia sido conquistado 70 anos antes pelos árabes. Seu nome já diz muito, pois, significa "Mohamed, filho de Moisés, pai de Jafar, de Khorezm".
O termo algoritmo deriva de Al-Khorezmi.]
Meu caro Walker, tú és um tremendo gozador!!! Esta foi impagável.
Um abraço do amigo
eddy
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Phantom who walks Posted: Nov 24 2006, 08:29 PM  
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[QUOTE  
Meu caro Walker, tú és um tremendo gozador!!! Esta foi impagável.
Um abraço do amigo
eddy]
Soçarba tuiu2!
Como enfretaríamos as horas enfadonhas sem o nosso bom humor?
Walker
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Phantom who walks Posted: Nov 25 2006, 01:00 AM  
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Assunto: Para quem não acredita ainda em AL-KHWARIZMI
(Fiz questão de não corrigir o português um tanto quanto um pouco mais ou menos para não descaracterizar a originalidade)
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MUHAMMAD BIN MUSA AL-KHWARIZMI (Algorizm)
770 - 840 DC
Abu Abdullah o Muhammad Ibn Musa al-Khwarizmi nasceu a Khwarizm (Kheva), uma cidade sul de rio Oxus em Uzbekistan , atualmente. (Uzbekistan, um país muçulmano durante mais de mil anos, foi assumido pelos Russo em 1873.) Os pais dele migraram para um lugar sul de Bagdá quando ele era uma criança. A data exata do nascimento dele não é conhecida. Foi estabelecido das contribuições dele que ele floresceu debaixo de Khalifah (Calif) Al-Mamun em Bagdá durante 813 a 833 DC e morreu 840 DC. Ele é conhecido por ter criado o Algoritmo de conceito matemático que recebeu o seu nomeado assim depois do último nome dele.
Al-Khwarizmi foi um dos maiores matemáticos de todos os tempos. Ele foi o fundador de vários conceitos básicos de matemática. Ele também é famoso como astrônomo e geógrafo. Al-Khwarizmi influenciou o pensamento matemático a como nenhum outro escritor medieval. Ele é reconhecido como o criador da Álgebra, como ele não só iniciou o assunto de uma forma sistêmica mas também desenvolveu isto à extensão de dar soluções analíticas de equações lineares e quadráticas. A Álgebra , nome derivada do seu livro famoso Al-Jabr wa-al-Muqabilah. Ele desenvolveu mesas trigonométricas que contêm o seno em detalhes que foi extrapolado depois a funções tangentes. Al-Khwarizmi também desenvolveu o cálculo de dois erros que o conduziram ao conceito de diferenciação. Ele também refinou a representação geométrica de seções cônicas.
A influência de Al-Khwarizmi no crescimento de matemática, astronomia e geografia é bem estabelecida em história. A aproximação dele era sistemática e lógica, e não só ele reuniu o conhecimento prevalecente de então em várias formas da ciência mas também enriqueceu as mesmas pelas suas contribuições originais . Ele sintetizou o grego e o seu conhecimento hindu , além de dar a sua própria contribuição de importância fundamental a matemática e ciência. Ele adotou o uso de zero, um numeral de importância fundamental, conduzindo até a aritmética denominada de posições e o sistema decimal. Este trabalho abriu caminho dele no sistema de numeral é bem conhecido como " Algoritmo, ou " Algorizm ". Foi ele quem criou os numerais árabes, e desenvolveu vários procedimentos aritméticos, inclusive operações em frações.
Além de um trabalho importante em Astronomia, Al-Khwarizmi escreveu um livro sobre mesas astronômicas. Vários dos seus livros foram traduzidos em latim no 12º século por Adelard de Banho e Gerard de Cremona. As suas teses em Aritmética, Kitab al-Jam'a bil de wal-Tafreeq Hisab al-Hindi, e o em Álgebra, Al-Maqala fi Hisab-al Jabr wa-al-Muqabilah, só é conhecido em traduções latinas. Era esta tradução posterior que que apresentou a nova ciência nova " à gaveta desconhecida Ocidental ". Este livro foi usado até o décimo sexto século como o principal livro de texto matemático em universidades européias. As mesas astronômicas dele também foram traduzidas em idiomas europeus e, depois, em chinês.
A contribuição de Al-Khwarizmi para geografia também é excelente. Ele não só revisou as visões de Ptolemy em geografia, mas também os corrigiu em detalhes. Setenta geógrafos trabalharam debaixo da liderança de Khwarizmi e eles produziram o primeiro mapa do globo (mundo conhecido) em 830 DC. Ele também é conhecido por ter colaborado nas ordenações de grau de vários khalifah (o Califa) Mamun al-Rashid, que foi apontado por medir o volume e circunferência da terra. O livro de geografia dele intitulou " Kitab Surat-al-Ard, " com mapas que também foram traduzidos. As outras contribuições dele incluem trabalhos com relógios, relógios de sol e astrolábios. Ele também escreveu para Kitab al-Tarikh e Kitab al-Rukhmat (sobre relógios de sol).
Todos os direitos reservados para Kader & Kader Comércio e Serviços Ltda.
http://www.arabias.com.br/muhammad_bin.htm
Saiba mais:
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&s...warizmi&spell=1
"Muita gente desconhece ainda o poder do mouse!"
"Cuando en una resta nada queda, entonces escribe un
pequeño círculo para que ese lugar no permanezca
vacío" (Al-Khorezmi explicando el cero, Siglo IX).



 

 

11/03/2004 02:17
De: Rodrigo
IP: 200.227.52.145-

Re: Pcchips tv tuner (Problema Resolvido - Eu Achei)

Ae... no mesmo dia fiquei procurando soluções para este problema e achei este programa: FLY 2000 TV (http://auzol.narod.ru/index_e.html) e fiz o download dos drivers da Philips mesmo (no site tb tem)... ae instalei o programa achei um crack dele na net e abaixei apenas um pouquinho da "saturação" e ficou blz!!! O programa é cheio de opções e ainda tô aprendendo a mexer bem com o bixo... mas já deu pra ver que na hora da captura ele aceita tanto VCD, SVCD e DVD quanto DivX e XviD... achei ele bem completo e vale a pena pegá-lo... foi um achado sem dúvida... blz?! Se puder ajudar em mais alguma coisa respondam esta mensagem.... ok?! Um abraço pra vocês... T+!
24/01/2008 00:44
De: Joao Augusto Potenciano Landi de Lima e Souza
IP: 201.25.95.196

Assistencia Tecnica COBY

Boa noite, comprei nos Estados Unidos em outubro, um mini-system da coby que tem mp3, DVD, TV, radio. Só que ele nao esta reconhecendo o CD ou DVD. Da a resposta NO DISC.
Tenho a nota fiscal da compra.
Moro em Palmas - Tocantins e quero saber quais sao os procedimentos para arrumar o aparelho.
Atenciosamente,
Joao
20/07/2007 02:00
De: Carla (carla_soraya1@hotmail.com)
IP: 200.147.72.31

DVD COBY 7100

Gostaria de saber porque o dvd 7100 Coby apresenta os seguintes defeitos: aparece a mensagem wrong area, deixa de rodar o disco ou avisa que está sem disco mesmo com o dvd dentro do aparelho. É algum tipo de trava? Há como desbloquear ou é melhor transformar o aparelho em mais um brinquedo para as crianças? Existe assitência técnica em todos os estados?Obrigada pela resposta  
06/01/2006 00:32
De: Fantasma
IP: 200.141.107.196-

Blu-Ray

Quatro estúdios já optaram pelo Blu-ray
Por Lívia Brandão
04 de Janeiro de 2006

Quatro estúdios de cinema já anunciaram que em breve lançarão filmes utilizando o formato Blu-ray, de alta definição de som e imagem. A Sony Home Entertainment (criadora do formato), 20th Century Fox Home Entertainment e Lionsgate contam pontos a favor do Blu-ray. A quarta empresa é a Paramount, que simultaneamente utilizará o Blu-ray e a tecnologia concorrente, o HD-DVD. Outros grandes estúdios devem optar oficialmente por um dos dois formatos ainda esta semana.
A Sony e a Fox já selecionaram 20 títulos, enquanto Lionsgate e Paramount vão lançar 10 filmes usando o Blu-ray, formato desenvolvido pela Sony, já em 2006.
Soçarba...
Mr.Walker
Microsoft confirma leitor HD-DVD para Xbox 36005 Jan -
[CES 2006] Toshiba: leitor de HD-DVD disponível em março05 Jan
19/07/2005 16:55
De: Clayton
IP: 201.15.81.20-

Por quê apagaram???

Solidarizo-me com o Phanton para afirmar que as mensagens aqui eram de grande utilidade para nós, leigos em DVD. As dicas aqui postadas eram muito úteis, inclusive com links de outros fóruns para respostas as nossas dúvidas. Espero que o fórum seja restabelecido com as devidas mensagens.
Obrigado.
12/04/2004 04:46
De: Glauco Fulco
IP: 200.158.208.89-

PlayTV MPEG2 - Erro durante a instalação: Acesso negado

Olá amigos. Eu não estou conseguindo instalar este dispositivo (PlayTV MPEG2 Rev. 9f)nem com o CD e nem com o "Assistente para adicionar Hardware" ou "Gerenciador de Dispositivos" do Windows XP. Sempre aparecem as seguintes mensagens de erro:
Por CD: PlayTV Profissional> 878p+ Instalador> Erro - Falha na Instalação...
Por Windows XP Prof.: "Gerenciador de Dispositivos"> "Atualizar o Driver"> não é possível instalar o Hardware. "BtCap, WDM Vídeo Capture". "Erro" durante a instalação. Acesso negado.
O que eu posso fazer para resolver isto?
Obrigado.
* Minha placa de vídeo é SIS AG315E-32 (Slot AGP)  
11/02/2004 17:13
De: Aldo
IP: 200.206.213.110

Re: ...Re: Meus testes... / Entrelaçamento

Colega von Mühlen,
Muito interessante o seu teste, parece que ficou claro (pelo menos para mim) que o grande "vilão" da história é o DVD Player, que faz esse efeito de "filme pulado" como o video desentrelaçado.
Tudo leva a crer que os DVD Players realmente entrelaçam a imagem para exibir nas televisões analógicas, fazendo com que seja totalmente desnecessário o desentrelaçamento se o video final for um DVD Video. Realmente, muito interessante...
O video desentrelaçado gerado pela minha placa de video na minha TV gera imagens mais nítidas e sem esse efeito. Me refiro ao video .avi sem compressão nenhuma, indicando que não é o DivX que influencia.

Respeito a apção que você e muitos fazem de converter videos VHS para MPEG2 e ripar em DVD, fui adepto desse apção também por um período (quando pagava para um amigo meu que tinha um gravador profissional Panasonic T2020 converter meus videos para DVD), porém agora tenho mais um motivo acreditar que fiz a escolha certa ao escolher o formato DivX para conversão dos meus videos.  Provavelmente os DivX Players que chegarão (um dia) no mercado brasileiro não terão esse problema com os videos desentrelaçados, pois o próprio encoder já te oferece a opção de desentrelaçar o video (Check Box - Desinterlace All Frames - apesar de não utilizar essa opção por preferir a do VirtualDub) o que garante que os Divx Player que um dia chegarão o Brasil irão gerar imagens tão boas quantos as que vejo no meu micro e na minha TV (que vejo com a saída da minha placa de video como já disse).

É verdade que é muito mais prático hoje gravar um DVD Video colocar no DVD Player e assistir, isso nã dá para negar. Mas em termos de qualidade e espaço que ocupa o DivX ganha e em pouco tempo em praticidade também.
Muito legal, vamos continuar a trocar conhecimentos e experiências.
Forte abraço,
Aldo Levi
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